No ônibus vi uma mulher pegar o celular e abrir a função calculadora dele. A conta que ela fez foi: 184 + 100 + 100… Espero que eu tenha visto errado.
Fazer conta de cabeça? Pra quê?
29 janeiro, 2010 por Marcus AureliusAssassinato no restaurante. Mataram o português.
16 janeiro, 2010 por Marcus Aurelius
Olhem bem. Tá meio difícil de ver na foto, mas dá pra entender. Tentaram escrever purê. Mas erraram o acento… Primeira vez que vejo circunflexo no U, agora só falta escreverem Ģumento, mesmo. Conforme explicado no Baú e o acento, será que é tão difícil perceber que o acento serve pra marcar a vogal mais forte? Como é que colocam na mais fraca? E ainda por cima um chapéu no U! Tive que tirar foto!
Videocassetadas
14 janeiro, 2010 por Marcus AureliusOutro dia eu estava pensando nas videocassetadas do Faustão e do Youtube quando de repente me dei conta de uma coisa: “Peraí, cacetada é com C!. Putz, é um trocadilho com videocassete!”. E você, já tinha percebido isso? Eu demorei uns 15 anos pra perceber, haha.
VR32
7 janeiro, 2010 por Marcus AureliusHoje eu estava pronto pra sair de casa quando me olhei e vi que estava de camiseta vermelha e calça preta. Como eu não queria sair com cara de Virtual Boy, troquei de roupa.
Aliás, eu me lembro da época do lançamento desse treco. Era meio óbvio que ia fracassar, com essa escolha de cores (não do aparelho, mas da tela). Dizem que era o que a tecnlogia permitia na época. Foi lançado e sumiu das notícias. A Nintendo fez de conta que nunca existiu.
Aí vai o link do meu twitter, que acabei de criar:
http://twitter.com/marcusaureliusf
Não sei se vou usar muito. Acho que vai servir mais pra responder as twitadas dos outros, já que o twitter não permite responder sem ter uma conta… (pelo menos não que eu saiba). Ainda acho que um blog com limite de caracteres não é uma grande invenção, hehe.
O baú e o acento
10 dezembro, 2009 por Marcus AureliusQuando eu estava aprendendo a escrever, a professora gostava de usar a palavra baú como exemplo. Provavelmente por ser curta e só usar a consoante b e duas vogais. Muitas frases e frases falando sobre baús enchiam o meu caderno.
Uma vez eu pensei: “Pra que esse acento aí no baú? Quer saber? Vou escrever sem acento mesmo”. Passei uns dias copiando o que a professora escrevia, mas deixando de fora o acento do baú.
Algum tempo depois, eu abro o meu caderno numa página qualquer e leio, sem olhar o contexto: “bau” (rimando com mau). “O que raios quer dizer bau?”, eu pensei. Um segundo depois eu me dou conta: “Ah, é baú, com u forte! Bah, então é pra isso que serve o acento!”. Desde então, eu passei a sempre copiar os acentos certinho, sabendo que eles estavam ali por um bom motivo. E acho que foi daí que eu passei a odiar ver coisas escritas errado! (hahahaha)
Pena que nem todo mundo parece entender a importância dos acentos. Vai ver não tiveram esse momento “heureka” que eu tive.
Hiragana
5 dezembro, 2009 por Marcus AureliusCom esta tabela que eu aprendi quase todo o Hiragana. Eu não tinha internet na época pra procurar material sobre japonês, então cada coisinha que eu encontrava ajudava. Gravei no videocassete, pausei e copiei todas as letrinhas visíveis. Esperei outra cena e copiei as faltantes : )
Sentimentos
4 dezembro, 2009 por Marcus AureliusEu tinha decidido não postar mais coisas sobre pensamentos, divagações, sentimentos e emoções (as rimas não foram intencionais). Afinal, ninguém tem nada a ver com isso e deixa o blog meio sentimental (argh). Eu queria postar mais “causos”, sobre jogos, computador e qualquer historinha que fosse pelo menos um pouco divertida de ler.
Mas daí, acabei lendo um post num outro blog (aqui: http://bahnana.blogspot.com/2009/12/sentimentos-incomodativos.html) um texto que descreveu exatamente o meu jeito de pensar e encarar as coisas da vida. É quase como se eu mesmo tivesse escrito. Então, quem quiser, lê o post da Nana, troca o feminino por masculino e faz de conta que eu escrevi.
Jogos antigos
3 dezembro, 2009 por Marcus AureliusBah, disseram que os jogos que eu jogo no computador são antigos! Pra mim, jogo antigo é de antes de 1989! Os do Mega Drive são “do meu tempo”. Depois de 2000 ou um pouco antes são todos jogos considerados novos
Bom, às vezes eu chamo os de Mega Drive de antigos também, embora não ache tanto.
Quero ver eu achar tempo pra jogar agora que não estou mais de férias. Tem uns jogos e umas demos aqui que eu nem encostei, e que eu esperava ter jogado nas férias. Gunbound, por exemplo.
Hitman
1 dezembro, 2009 por Marcus AureliusInspirado pelos excelentes posts sobre videogames da Mariane (http://www.bitpop.info), resolvi postar sobre um dos jogos que fiquei jogando nas férias (nerd!). O jogo é Hitman: Contracts.
As fases dos jogos da série Hitman têm como objetivo matar uma pessoa da maneira mais silenciosa possível. Pois é, não é recomendado pra menores de 18 anos… É interessante porque difere da temática “atire em tudo que se mexe”. Sempre há várias maneiras de cumprir cada missão: envenenar a comida, estrangular, esfaquear, dar um tiro, plantar uma bomba, superaquecer uma sauna, sufocar com travesseiro, etc. E se ficar trancado sem saber o que fazer, sempre tem muitas FAQs disponíveis na internet.
O primeiro que eu joguei, uns anos atrás, foi Hitman 2: Silent Assassin. Muito bom jogo e com muitas fases (e fases interessantes!). Dá pra usar clorofórmio pra fazer uma pessoa dormir, para então se disfarçar com a roupa dela e poder entrar impunemente no lugar onde está a sua vítima. Nestas férias joguei Hitman: Contracts (Hitman 3). Achei o jogo meio curto (ainda mais que eu li um guia para resolver a maioria das missões, daí sim passa rápido mesmo) mas também é muito bom. Além disso, ele usa uma seringa (com sei-lá-o-quê dentro) em vez de clorofórmio.
Um defeito de ambos é que numa fase os guardas são muito espertos e desconfiados (exemplo: se você está disfarçado de policial e corre perto de outros policiais eles começam a atirar em você), e noutra fase são muito burros e cegos (exemplo: não enxergam você cometer o crime a 5 metros de distância simplesmente porque estão olhando para outro lado). Várias vezes eu disse: “Mas essa missão é impossível!”, para então ler o guia que me dizia que eu podia estrangular o alvo na frente de todo mundo, bastanto pra isso dar uma pequena distraída nos guardas fazendo-os olhar pra outro lado (eles vão ficar parados olhando pro outro lado eternamente). E pra saber se os guardas são burros ou inteligentes, só testando.
Então, depois de terminar o Contracts eu fui jogar o primeiro da série Hitman: Codename 47 (Hitman 1) e bah, me decepcionei. Os gráficos são muito ruins (por ser o jogo mais antigo), os comandos são muito desajeitados (dá pra configurar, mas não dá pra deixar igual aos outros), o mapa demora muito pra carregar (alternar entre a visão do jogo e do mapa é entediante), o mapa quase não dá informações e as letras da tela são muito, muito ruins de ler. Ainda estou decidindo se jogar esse jogo até o fim vai ser divertido ou vai ser irritante. Pra piorar, algumas fases do Contracts são fases do Hitman 1 refeitas (muito bem refeitas), o que tira ainda mais a graça do Hitman 1. Sou fã da série a partir do 2, hehehe. Falta jogar o Hitman: Blood Money (Hitman 4), pois dessa versão só joguei uma demonstração. Infelizmente, não conheço os outros jogos do gênero, então não vou poder comparar o Hitman com seus concorrentes.
E antes de terminar, tem uma coisa que eu acho bem estranha nesse jogo. Primeiro uma contextualização, se é que é necessária: o jogo é pra maiores de 18, mostra vários tipos de morte como eu já disse anteriormente, mostra uma garota seqüestrada e esquartejada na segunda fase do Contracts, festinhas com mulheres com roupas esquisitas (por “esquisitas”, entenda aquelas coisas de látex e tal) na mesma fase, drogas e mais de um shows de strip-tease (nunca total) em outras fases. Entretanto, se você entrar no banheiro de uma casa ou de um quarto do hotel, verá que no jogo os personagens tomam banho que nem no Big Brother: de roupa de banho!!! Quer dizer, o jogador pode ver todo o tipo de crueldade, mas uma mulher ou um homem pelado não pode? Putz. O negócio é tão ilógico que dá vontade de mandar um e-mail para a produtora do jogo mandando colocar mais uns pixels cor de pele e acabar com essa incoerência. Como disse um participante de um fórum (acho que era do gamefaqs.com): “Se eu tivesse um filho que imitasse tudo o que vê nos videogames, eu ia preferir que ele imitasse uma pessoa tomando banho pelada do que um assassino estrangulando suas vítimas”. Bom, pra dizer a verdade, no Hitman 2 tem um (só 1) cara pelado numa banheira com várias mulheres de biquíni. Como ele é meio gordo, a barriga tapa tudo, hahahaha.
