Stereobox: Valeu, Ico!

Sábado (19/05/2007) eu fui ver o show de bolso (era um pocket-show, né? hehehe) da Stereobox na livraria Saraiva do shopping Praia de Belas.

Tava muito bom, parabéns mesmo para a banda!

Mas pra mim o mais legal foi que o Ico (ou Iqo, o vocalista, guitarrista, compositor e tudo mais) se lembrava de mim! :-o

Bah, que massa! Fazia mais de um ano, eu acho, que eu tinha comprado o segundo CD deles e o Ico veio pessoalmente me entregar o CD em casa! Nota 10! E depois de tudo ainda lembrar-se de mim no show? Que autógrafo que nada, isso vale muito mais! hehehe

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O plano!

Eu tenho um plano!
Vou aprender a controlar mentes!
Vou pô-lo em prática ainda este ano.
E o primeiro passo está decidido.
Preciso controlar minha própria mente!

Agora, falando sério… Saber controlar a própria mente é uma habilidade importante que eu realmente procuro! Faz um tempo eu li uma história mais ou menos como esta (vou tentar reconstruí-la de memória…):

Um mecânico recebe um cliente que reclama que seu carro, depois do conserto, continua com o mesmo problema de antes. O mecânico pode pensar consigo mesmo de diversas formas:

1. Mas que cliente chato! Não adianta, nada que eu fizesse agradaria.

2. Eu deveria saber consertar isso. Não sou um bom mecânico.

3. Esse era um problema difícil e eu fiz o que pude para consertar o carro. Agora, com certeza consertá-lo-ei corretamente (obviamente, o mecânico não pensaria usando mesóclise :-D )

Cada uma das 3 maneiras de pensar é perfeitamente possível e verossímil. Mas cada uma leva a mente do mecânico a diferentes estados: o primeiro pensamento o deixaria com raiva do cliente; o segundo deixá-lo-ia (olha a mesóclise de novo! :-P ) com raiva de si mesmo e diminuiria bastante sua auto-estima; enquanto que o terceiro pensamento simplesmente aceita o ocorrido e tenta seguir o trabalho sem botar a culpa em ninguém e sem se estressar.

Seria bom poder pensar sempre do jeito 3. Mas aquele pensamento positivo forçado não serve! A pessoa realmente tem que sentir o que pensa. Não adianta muito ter o pensamento 2 e em seguida tentar “se consolar” com o pensamento 3. É isso que eu quero dizer com “controlar a própria mente”: ter os pensamentos certos que nos tragam coisas boas e nos incentivem a continuar fazendo nosso trabalho, estudo, ou simplesmente vivendo com alegria. Eu procuro isso.

Por que este blog existe?

Simples. Porque eu queria ver se desenvolvia minha capacidade de enrolação. Mais uma vez me vejo na situação de ter que escrever mais de 5 páginas sobre algo que eu penso que poderia ser explicado em 1 página… :-(

Bom, na verdade tem outros motivos de vez em quando dá vontade de contar alguma bobagem e em vez de mandar o link pra todo mundo do MSN eu posso criar um tópico no blog, hehehe.

E você? Por que tem ou não tem um blog? (<– tentativa descarada de conseguir comentários)

Futebol? Bah!

Eu não gosto muito de futebol. Não gosto quase nada, aliás. É meio estranho não gostar de futebol no meio da briga entre colorados e gremistas. Eu até sou “um pouquinho” colorado, porque toda a minha família é colorada… E eu até gosto da cor azul, desde que não seja com listras pretas verticais :-D Dá pra dizer que sou 10% colorado, 90% não gosto de futebol mesmo.

Mas deixem eu explicar por que não gosto de futebol. Primeiro, porque os jogos terminam 0 a 0. Que tédio. Devia ter disputa por pênaltis em todos os empates, ia ser mais divertido. Segundo, quando o jogo termina 1 a 0. Será que 1 gol só determina quem jogou melhor em 90 minutos? Acho que não. Ah, e coitado do cara que piscou na hora do gol. Na TV pelo menos tem replay. E, por último mas mais importante: é deprimente ver os comentários no final do jogo dizendo que o time A jogou bem mas teve um gol anulado injustamente e o time B jogou mal e ganhou um pênalti que não existia. Final: A 0 x 1 B. Porra, pelo menos façam um jogo justo, né?

Desse jeito, é melhor torcer pro juiz. Afinal, 22 jogam, o juiz decide quem ganha :-( Tem gente que diz que essa é a graça do jogo! Se essa fosse a graça, eu ia ver a TV Senado, TV Câmara ou algo assim. Lá deve ter ainda mais injustiça ainda. E, pra quem gosta de reclamar do juiz, podia assistir algum julgamento desses grandes crimes que a gente vê por aí na TV. Deve ser emocionante. :-(

Bem que podiam inventar umas regras mais interessantes… Pra ter mais gols, menos empates e menos injustiça. Em esportes com quadras bem menores que um campo de futebol, usam mais juízes pra ter certeza das decisões, por que no futebol tem que ser desse jeito? E, pra “temperar” a pontuação, podia ter gol que vale ½ ponto, podia ter gol que vale 2… A prorrogação podia ser sem goleiro, o jogo todo podia ser sem essa história de impedimento, sei lá, hahahaha. Pelo menos futebol de salão (e de praia) é mais divertido de assistir porque tem mais gols… Até no vôlei tiraram aquela regra da “vantagem” que espichava as partidas e ficou tudo mais dinâmico!