Coisas legais de aprender

Acabei percebendo que as coisas que eu gosto de aprender e as que eu não gosto freqüentemente (acordo ortográfico, só em 2016, agora!) seguem um padrão:

Coisas legais:

À medida que eu me aprofundo, eu exclamo em pensamento: “É mesmo! Isso segue a lógica do que eu aprendi agora há pouco! Eu poderia até ter deduzido sozinho!”. Teoricamente poderia haver uma certa frustração por não ter deduzido sozinho tal assunto, mas isso é muito menor do que o fascínio de ver que “tudo se encaixa”, que tudo faz sentido quando visto como um todo, e que com umas poucas regras tudo pode ser combinado de diversas maneiras.

Coisas chatas:

À medida que eu me aprofundo, eu resmungo em pensamento: “Tá, mas se X funciona assim, como é Y? Ah, tem uma regra específica pra Y… Então Z seria de tal e tal jeito? Ah não, Z não funciona como X nem Y: tem uma exceção para esse caso, por causa de algo que só será explicado no nível avançado. Por enquanto eu tenho que aceitar que Z é um caso especial…”

Escrevi pensando em geral sobre idiomas e linguagens de programação, mas isso deve se aplicar a outras coisas também.

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